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O que falam os cientistas sobre meditação

A meditação está se tornando uma prática cada vez mais comum e conhecida na atualidade em que vivemos, tanto pelo incentivo de estudos na área quanto pelos proveitos adquiridos com a pratica.

O que falam os cientistas sobre meditação

Ela tem por objetivo garantir ao praticante o conhecimento de si próprio, promover uma mudança comportamental, autocontrole físico, mental e emocional, auxiliando também quanto ao equilíbrio de energias e ao desenvolvimento da consciência e percepções

Mas há aqueles que não acreditam que a meditação possa ser capaz de induzir ou produzir qualquer resultado positivo. Alguns acreditam até se tratar de um efeito placebo, em que o praticante da meditação sente uma mudança apenas por realizar a pratica.

A meditação segundo os cientistas

É possível encontra em literaturas cientificas duas principais formas de se praticar a meditação sendo elas:

  • Mindfulness (atenção plena): como o próprio nome sugere a atenção estará completamente voltada para o momento vivenciado pelo praticante, sem qualquer raciocínio quanto suas responsabilidades, problemas ou preocupações. Um ato de aceitação.
  • Concentrativa: ao contrário do anterior, este terá um foco seja ele em algum mantra, um som ou até mesmo na respiração, não devendo haver distrações durante esta prática, caso haja retomar o foco.

Estudos científicos relacionados a pratica da meditação

Um dos estudos mais conhecido sobre a meditação foi um feito por neurocientistas de Harvard, neste estudo foi usado a comparação por meio de duas fases:

Primeira fase

Na primeira fase, foi analisado um grupo de pessoas experientes em meditação e um grupo de controle.

No grupo experiente, foi encontrado uma maior quantidade de massa cinzenta que é responsável em produzir e interpretar impulsos nervosos do corpo ao encéfalo e coordenar os reflexos e atividades dos músculos, incluindo as percepções sensoriais.

Com o tempo o córtex diminui de tamanho tornando-se mais difícil a tarefa de memorização e entendimentos das coisas. Mas, com esse estudo foi identificado a mesma quantidade de massa cinzenta em meditadores de 50 e jovens de 25.

Segunda fase

Para a comparação da segunda fase foi necessário um grupo de pessoas que nunca havia praticado meditação e os mesmos foram colocados em um programa para reduzir o estresse.

Este programa utilizava de práticas meditativas de atenção plena com a duração de oito meses. Após este período foi encontrado diferença em cinco regiões diferentes, nas quatro primeiras houve o espessamento descritos a seguir:

  1. No supracaloso, que faz ligação do sistema límbico, que controla o lado emocional, com o córtex, que controla o racional.
  2. No hipocampo na lateral esquerda, relacionado a aprendizagem, memorização e cognição.
  • No TPJ (junção temporoparietal), tem como função o processamento dentro e fora do corpo.
  1. E na ponte (sistema nervoso), onde é produzido neurotransmissores reguladores.
  2. Foi percebido também a redução da amigdala cerebelosa, que é responsável pelo mecanismo e instinto de fuga, relacionada diretamente a ansiedade e estresse.

 Resultados e benefícios da meditação

Em conclusão, é possível afirmar que a meditação possui efeito comprovado pela ciência.

Porém, para que haja resultados a meditação deve:

  • Ser praticada todos os dias por no mínimo quarenta minutos - esse tempo pode variar de pessoa para pessoa já que cada um possui um diferente nível de concentração.
  • Ser feita com total dedicação durante a prática.
  • Se possível, encontrar um bom professor para auxiliar a aperfeiçoar a pratica.

Apesar das mudanças positivas causadas pela pratica da meditação, podendo prevenir e reduzir sintomas de doenças, ela não pode substituir completamente tratamentos médicos. Ela pode ser usada como um instrumento natural auxiliar em beneficio a saúde.

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